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Capítulo I - A Cidade de Benguela
Capítulo II - A vila da Catumbela
Capítulo III - A cidade do Lobito

Nº páginas: 128

Nº de postais publicados: 204

Alguns pontos de interesse: Benguela: Palácios de Governadores; Igreja de Nossa Senhora do Pópulo; Palácio do Comércio; Hotel Mombaka. Catumbela: Fábrica de açúcar; ruas comerciais; Fortaleza; construção da ponte do caminho de ferro. Lobito: avenidas Mariano Machado e da República; Praças Infante D. Henrique e Luís de Camões; Câmara Municipal; cais; Hotel Terminus; aeroporto.

Tiragem: 1ª edição:1 000 exemplares; 2ª edição:1 500 exemplares

Ano da 1ª Edição: 2004
Ano da 2ª Edição: 2004

Características técnicas do livro: Formato: 24cmx30cm; Impressão: côr; Papel: capa em Geltex, com sobrecapa impressa em papel couché de 170grs e plastificação brilhante; miolo em couché mate de 150grs.

Alguns Excertos:
Da Benguela crioula fundada em 1617 por Manuel Cerveira Pereira, salientamos as velhas ruas e praças, os palácios de governadores e a famosa Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, cenas do quotidiano de colonos comerciantes e serviçais nativos ou mesmo de carregadores de marfim de há mais de cem anos.

E ainda trechos de jardins públicos e de bandas de música, de escolas-régias e da Liga Nacional de Instrução, dos primeiros depósitos de água e da chegada dos caminhos de ferro construídos a partir do Lobito, bem como uma elucidativa série de postais sobre a Missão católica do ganda nos anos trinta.

Da Benguela moderna destacam-se as vistas panorâmicas e os edifícios mais imponentes – o Palácio do Comércio ou o Hotel Mombaka, por exemplo – e também as amplas praças que constituíam as centralidades de uma urbe plena de artérias predominantemente geométricas.

Quanto à Catumbela, nas margens do rio do mesmo nome e sobretudo conhecida pela presença importante da fábrica de açúcar da Sociedade Agrícola do Cassequel, avultam as antigas “quintadas” e ruas comerciais, a fortaleza e a construção da ponte do caminho de ferro que assegurou a ligação ferroviária do porto do Lobito à capital benguelense.

Os registos relativos ao Lobito permitem avaliar praticamente toda a origem e evolução da cidade, desde os primórdios da ocupação da restinga e do desenvolvimento do porto natural até à expansão urbanística que extravasou a primitiva e limitada língua de areia.

Vapores transatlânticos e comboios transafricanos dominaram desde cedo a vida e a economia do Lobito, e ambos aparecem por isso tratados abundantemente nos postais editados por todo o século passado.

Nos tempos mais recentes, as focagens voltam-se para avenidas como a Mariano Machado ou da República, praças como a Infante D. Henrique ou a Luís de Camões, obras de arquitectura civil como a Câmara Municipal, os cais, o Hotel Terminus ou o aeroporto.

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